Templo católico, construído em pedra, argamassa e óleo de baleia, por mão de obra escrava, entre os séculos XVIII e XIX. Suas obras iniciaram-se em 1787, e a Igreja foi inaugurada, ainda inconclusa, em 8 de agosto de 1858. No seu interior abriga imagens sacras importantes como a Nossa Senhora das Neves, padroeira da cidade, e do Senhor Bom Jesus de Iguape.


É recomendado a contração de um guia de turismo ou monitor local para você não perder nenhum detalhe
Horário de funcionamento:seg/sab 06:00 ás 18:00 horasdom: 06:00 ás 21:00 horasTelefone: 13-3841-4910
Confira os horários das missas através do link:
https://www.senhorbomjesusdeiguape.com.br/artigo/horario-de-missa.html

Iguape detém o maior número de imóveis históricos tombados pelo CONDEPHAAT e o maior Centro Histórico tombado do Estado de São Paulo, assim declarado pelo IPHAN. O núcleo urbano de Iguape está entre os mais bem preservados centros históricos de São Paulo, com arquitetura e urbanismo capazes de contar sua trajetória. A sua arquitetura e urbanismo remontam ao período da exploração aurífera e às conquistas do território no século XVI, às atividades ligadas à construção naval no século XVIII e à cultura de arroz no século XIX.



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O Museu está instalado no prédio que abrigou a primeira Casa de Fundição de Ouro do Brasil, no século XVII, e que após seu fechamento também serviu como quartel e Casa de Câmara e Cadeia. Em 1969, o espaço passou a abrigar um núcleo de peças composto por objetos antigos. Em 1989, foi reestruturado já com um plano museológico e, em 2014, o prédio teve nova reforma pelo PAC cidades históricas. Hoje funciona como espaço para exposições, enquanto aguarda um novo plano museológico. O prédio está localizado no Centro Histórico, Rua das Neves, também conhecida como Funil.



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Horário de funcionamento:seg/sex 09:00 ás 17:30 horasTelefone: 13-3841-3012

Iguape possui o único museu de Arte Sacra do Vale do Ribeira, inaugurado em 1979, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Hoje o museu está instalado no prédio da Basílica do Bom Jesus de Iguape. A principal atração é o caminho do calvário de Jesus. A obra é uma das mais antigas do acervo e pertencia a primeira igreja de Nossa Senhora das Neves da cidade. A imagem de Bom Jesus exposta no museu é uma réplica de uma obra do século XVIII. No acervo há também pratarias, entre elas, peças que compõe o Império do Divino Espírito Santo. É recomendado a contração de um guia de turismo ou monitor local para você não perder nenhum detalhe.

Agendamento para visita:13-3841-4910

O espaço está situado na Orla do Mar Pequeno, onde por muitos anos funcionou o Mercado municipal de Iguape. Em 2002 o prédio foi reformado pela prefeitura e teve uma nova proposta de uso, passando a ser denominado CITUR – Centro Integrado de Turismo. Em 2007 a AAPCI – Associação de Artesãos e produtores caseiros de Iguape passou a gerir o espaço que então passou a ser denominado Mercado de Artesanato e Cultura. No local pode ser encontrado o artesanato tradicional de Iguape, além do Centro de informações Turísticas.
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Horário de funcionamento:aberto dos os dias das 09:00 ás 17:30.

A feira do produtor é tradicional e já existe há muitos anos, sendo realizada todas às terças-feiras pelo período da tarde, das 14h às 19h, e domingos no período da manhã, das 7h às 12h, na Praça da Liberdade - Centro Histórico. A iniciativa valoriza o trabalho do pequeno agricultor e seus produtos, pelo contato direto dos produtores com o consumidor, permitindo assim troca de experiências. A feira oferece produtos gastronômicos da região que são encontrados apenas nesses dias como: biju, bolinho “coruja”, bolo de roda, farinha manema e farinha de mandioca, mel, derivados de leite, doces, compotas e geleias caseiras, além de verduras, legumes, grãos e outros.



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A Fonte do Senhor é um recanto turístico na encosta do Morro do Espia. Possui uma área de lazer, assim como água em abundância que desce das encostas e que proporcionam aos turistas vários pontos com bicas naturais. A gruta abrigada pelo local, construída em 1737, teria sido o local, segundo conta-se de sua história, onde foi lavada a imagem do Senhor Bom Jesus de Iguape . A fonte é um dos pontos de partida para as trilhas: Pedra lisa, Mirante do Cristo e Fonte da Saudade.



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Horário de funcionamento:aberto dos os dias das 09:00 ás 17:00 horasTelefone: 13-3841-3012

A Fonte da Saudade está localizada próxima a sede do ICMBio em Iguape, em um outro ponto da encosta do Morro do Espia. A histórica Fonte da Saudade (ou Saudades, como consta no registro gravado em pedra), data de 1843, e foi construída pela Câmara Municipal em parceria com cidadãos contribuintes, para o lazer da sociedade. O local está associado à lenda da índia Porangaba (beleza e formosura) e de seu pai Turuçuçaba (valor e grandeza), resgatada pelo historiador iguapense Waldemiro Fortes (1873-1932). A fonte é um dos pontos de partida para as trilhas: Pedra lisa, Mirante do Cristo e Fonte do Senhor.




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Consta que foi construída pelos jesuítas que a utilizavam como capela, antes da inauguração da Igreja de Nossa Senhora das Neves, em 1637. De acordo com a tradição, foi a primeira casa a ser coberta com telhas na vila. Acredita-se que essa casa já existia antes da mudança da Vila de Iguape e também que foi construída (ou adquirida mais tarde) pelo capitão Francisco Álvares Marinho, que doou toda a área para a refundação da vila onde hoje está a cidade de Iguape.


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Era conhecida como o Pátio das Casinhas, logradouro assim batizado em virtude das edificações de taipa cobertas por palha que foram erguidas em seu entorno. Em 1876, passou a se chamar Largo de São Francisco, quando foi instalado ali o chafariz público que foi recém revitalizado. A praça possui importantes bens tombados pelo CONDEPHAAT e pelo IPHAN como a Igreja de São Benedito , o imponente Sobrado dos Toledo e o Prédio do Correio Velho recém restaurados e também casas que ainda retratam a o período do Brasil colonial.



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Com mais de oitenta metros de altitude, em um local privilegiado, o Mirante do Cristo está localizado no Morro do Espia, área coberta por vegetação rasteira de gramíneas. O atrativo é um dos mais visitados na cidade, pois tem uma vista panorâmica do Centro Histórico de Iguape, do Estuário Lagamar, da Ilha Comprida e do canal do Valo Grande e, com o céu aberto, é possível observar a Ilha do Cardoso que fica em Cananéia. É um dos pontos de partida para as trilhas do Parque Municipal do Morro da Espia.



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Está situado as margens do braço de mar chamado de Mar Pequeno, arborizado, com calçadão em toda sua extensão e com várias áreas para práticas de esportes para todas as idades com: quadra de basquete; campos de futebol em diversos trechos; campo de areia para futsal e vôlei; academias ao ar livre; playground; área de alimentação; Mercado de Artesanato e Cultura, CITUR - Centro de Informações ao Turista; concha acústica e, em destaque nas suas margens, as ruínas do Porto Grande, considerado nos séculos XVII e XVIII, um dos mais importantes porto do Sul do Brasil, com sua paisagem tombada pelo IPHAN.
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A construção do Valo Grande é uma das mais importantes e polêmicas obras civis do Segundo Reinado. O Canal do Valo Grande foi uma espécie de “atalho” feito pelo homem para economizar tempo, ligando o Ribeira diretamente ao “Mar Pequeno”, onde ficava o porto. A escavação foi feita por escravos e teve início em 1827, passando a ser utilizada em 1852, dando passagem a pequenas canoas. O canal, que deveria ter no máximo 40 metros, sofreu os efeitos da erosão provocada pela vazão do rio ocasionando o assoreamento. Hoje, tem mais de 300 metros de largura.


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Desde 1999, por decreto da Prefeitura Municipal, o local é chamado de “Sítio Arqueológico Benedito Fortes”, onde se encontram vestígios de ações dos povos do Sambaqui. Dentre as diversas versões quanto ao nome do lugar, fala-se que ali foram cometidas verdadeiras atrocidades pelas esposas dos senhores de escravos contra as escravas, vingando-se da infidelidade dos maridos. A trilha das Ruínas do Itaguá tem inicio nesse atrativo.



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Tombado pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade, é considerado um dos maiores berçários de vida marinha do planeta. O Lagamar é um gigantesco estuário cercado pelo maior trecho contínuo de Mata Atlântica do Brasil, ligando os dois extremos, Paraná e São Paulo, com uma série de canais que serpenteiam por um belíssimo manguezal; que começa em Iguape-SP, e seguem até Paranaguá-PR. A água do mar, que penetra pelos canais, recebe água doce de centenas de rios que nascem na Serra do Mar circundando todo o conjunto, e formando a água salobra. O estuário foi uma importante rota comercial nos séculos XVII e XVIII.


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Praia formada a partir do assoreamento do Rio Ribeira de Iguape, fica entre a barra do Ribeira e a barra de Icapara, tornando-a bastante mutável. A presença de uma grande lagoa torna-a singular. Possui ainda extensa vegetação de restinga em frequente transformação. Está localizada a 15 km do centro da cidade, devido à forte correnteza e a presença de buracos, não é recomendável para banho.



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Bonita elevação localizada na Vila do Icapara a 12 km do Centro Histórico com acesso por estrada asfaltada. O local é coberto por vegetação rasteira de gramíneas. Possui uma trilha de aproximadamente 1km, a partir do centro do bairro que leva ao pico, onde encontra-se o farol utilizado para sinalizar as embarcações que adentram o Mar Pequeno. Do local avista-se a Barra do Icapara, o encontro do Rio Ribeira de Iguape com o Oceano Atlântico, a Ilha Comprida, o Maciço da Jureia e os ecossistemas associados, como restinga, manguezal e a Mata Atlântica. A vista é imperdível.




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O bairro fica a 18 km do centro de Iguape. O acesso é feito por estrada asfaltada e por ferry boat, que funciona 24 horas. O lugar é um pedaço de terra ilhado pelo mar, pelo Rio Ribeira e pela mata Atlântica. Possui infraestrutura com hotéis, pousadas e restaurantes para receber turistas e conta com inúmeros atrativos como o Costão da Jureia, o encontro do Rio Ribeira com o mar, Rio Suamirim, Rio Ribeira de Iguape e praia da Jureia. O local é excelente para a pesca, passeios de barco, caiaque e para a prática do surf.



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Localizada no bairro da Barra do Ribeira a 18 km do centro. Com acesso por via asfaltada e para a travessia ao bairro é utilizado um ferry boat. O destaque é sua balneabilidade que se mantém há muitos anos própria para o banho. A praia é tranquila, com poucas moradias na sua extensão, mas com muitos pescadores artesanais morando ao longo dos seus 19 km e muita procura para prática de surf. Seguindo a praia, vamos encontrar o Costão da Jureia, porta de entrada para Estação Ecológica Jureia-Itatins.

O acesso ao Costão deve ser sempre feito com orientação de monitores ambientais e dos moradores devido ao perigo das marés.


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Cachoeira do Pocinho é uma pequena e charmosa cachoeira localizada ao final da praia da Juréia, próximo ao Costão Rochoso da Juréia, dentro do Parque Estadual do Prelado. Ao chegar no final da praia da Juréia, o acesso é fácil e autoguiado. Após percorrer um trilha totalmente plana e curta você chegará a Base de Fiscalização do Parque, onde encontra-se uma equipe preparada para liberar seu acesso mediante a capacidade suporte do atrativo. Atualmente, como estratégia de enfrentamento da pandemia do COVID-19, a visitação é realizada em grupos de até 10 pessoas por 30 minutos a 1 hora (a depender da movimentação e procura do dia), sendo obrigatório o uso de máscaras para realizar o acesso, podendo retira-la no momento do banho de cachoeira. A cachoeira do pocinho é muito procurada pelos visitantes da região e perfeita para um passeio em família.


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Mais Informações: 13 3841-2193

Costão Rochoso da Juréia está localizado parte no Parque Estadual do Prelado e parte na Estação Ecológica de Jureia-Itatins, pertencentes ao Mosaico de Unidades de Conservação de Juréias-Itatins, e sobreposto também a APA Marinha do Litoral Sul.

No local, ao final da Praia da Jureia dentro do Parque Estadual do Prelado, é possível observar fitofisionomias do Bioma Mata Atlântica como vegetação tipo restinga, seguidos de mata de encosta da Serra da Jureia, já dentro da Estação Ecológica da Juréia. Ali também é um dos acessos a extensa trilha do telégrafo, conhecida como Trilha do Imperador, onde ainda é possível encontrar alguns dos postes do antigo telegrafo. Entretanto para acessar essa trilha é necessária autorização e guiamento.

O acesso ao Costão é limitado pela tábua de marés devido às pequenas barras distribuídas pelo caminho, por isso é sempre muito importante se informar antes de seguir pela praia.


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Mais Informações: 13 3841-2193